A contradição brasileira perante a violência

Não sou de dar atenção a casos cotidianos como guerras, sequestros, ganhadores da loteria, assassinatos de crianças nem qualquer outra coisa que possa se assemelhar ao que vemos todos os dias em programas sensacionalistas da televisão brasileira. Mesmo já tendo escrito sobre violência anteriormente (http://wp.me/pZO5v-x). Só que nesse caso não é sobre a violência que irei comentar, mas sim sobre a atitude contraditória das pessoas, principalmente dos brasileiros, quanto a cenários de violência. Sobretudo aos cenários das grandes cidades urbanas. Para esse “desabafo” usarei o caso ocorrido semana passada no Rio de Janeiro. Continuar lendo

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Quando a esperança deve morrer

Estou lendo um livro do Robert Crais chamado Réquiem em Los Angeles. É um romance policial que conta a história do detetive Elvis Cole e sua busca pelo assassino da ex-namorada de seu parceiro e amigo Joe Pike. Durante um dos capítulos li a frase Nada melhor que a morte para estancar uma conversa e fiquei com ela na cabeça, pensando em como ela é verdadeira, tanto em seu sentido denotativo quando em seu sentido conotativo. Continuar lendo

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A dependência

Caro leitor, eu não sei como é o seu rosto. Eu desconheço seu nome. Não faço ideia da sua idade ou de onde você viva. Também não sei se você é novo por aqui ou um assíduo leitor dos textos que escrevo. No entanto, eu tenho certeza que você é um dos seres mais dependentes do mundo. Dependente assim como eu, seu vizinho, um vendedor, um presidente de alguma empresa, um cachorro e todos os outros que já nasceram e nascerão por esse planeta ironicamente chamado de Terra. Continuar lendo

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Felicidade

Há muito tempo perguntaram-me pela primeira vez o que era ser feliz. Me mantive quieto e pensativo por alguns segundos e então disse que ser feliz na verdade é estar feliz, pois não há pessoas felizes, assim como não há pessoas tristes; elas apenas estão felizes ou tristes. Então manterei uma discussão a respeito do que nos deixa feliz; pois saber se a pessoa foi feliz ou triste apenas por meio de uma somatória de todas as situações que ela passou é algo que cada um faz para si com base em suas memórias. Continuar lendo

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Refém da Sociedade

Talvez fosse mais fácil eu escrever para alguém que eu ainda não tenha conhecido, ou que eu nunca venha a conhecer, mas creio que seja interessante escrever para a pessoa que eu melhor conheço: Eu. A ideia se iniciou quando eu ouvia Paulão foi pro bar, das Velhas Virgens (confira aqui), e acabei caindo em meio a um dos meus rotineiros estados letárgicos – ou semi letárgicos. A música, por coincidência, tem muito a ver comigo, meu modo de viver e de pensar (inclusive o nome do personagem é o mesmo que o meu). Mas, apesar do nome da música, a história não tem a ver com boemia ou algo semelhante, pelo contrário, é a revolta do personagem para com o mundo a seu redor, que encontra no bar uma forma de fugir de toda essa barbárie. Continuar lendo

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Nossa casa

Entre tantas idas e vindas, tantos lugares que passamos o dia, tantos locais aonde nos sentimos melhor… O que é nossa casa? Que qualidades determinam aquilo que chamamos de casa ? Aonde é a nossa verdadeira casa, aquilo que podemos chamar de lar sem medo de ser feliz ? Continuar lendo

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