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Capítulo 3 do Mal-Estar na Civilização, de Sigmund Freud

Faculdades de Campinas

Curso de Relações Internacionais

Artigo final para conclusão do curso de Laboratório de Análise de Pesquisas em Relações Internacionais – Estados Unidos

 

Fichamento do capítulo 3 do livro Mal-Estar na Civilização, de Sigmund Freud

 Paulo Henrique Barros Faria Dragoni Ferreira

200911104

 Campinas, junho de 2013.

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O homem, primata, é o lobo do homem.

O Homem é a maior catástrofe que já ocorreu ou virá a ocorrer neste belo planeta. O ambiente estava funcionando muito bem até a chegada do homem, inicialmente das cavernas, hoje o Homo sapiens sapiens… como um animal tão inteligente como o ser humano pode cometer tantas burrices? Um animal racional que age pelo instinto selvagem quando a situação se torna desconfortável ou quando a ambição e o egoísmo falam mais alto. Esse post é mais um desabafo filosófico do que a tentativa de analisar alguma coisa, até porque não há o que se analisar, basta ver como o mundo está. É o tipo de pensamento que consigo ter ouvindo os Titãs, dessa vez a música Homem Primata. Continuar lendo

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Censura e hipocrisia

Todos aqueles que pensam um pouco sobre o mundo têm consciência que a sociedade (global) em que vivemos é hipócrita e totalmente manipuladora. Incluo-me nesse grupo, obviamente, afinal é difícil achar alguém tão revoltado com o mundo quanto eu, mesmo que eu tente ocultar toda essa revolta para evitar julgamentos imbecis. Para escrever mais uma vez sobre revolta, basear-me-ei na música Todo Mundo Loko, das Velhas Virgens (curta aqui), que cada dia que passa tem mais a ver comigo, ainda mais quando se trata de reclamações com tamanha manipulação. Continuar lendo

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A contradição brasileira perante a violência

Não sou de dar atenção a casos cotidianos como guerras, sequestros, ganhadores da loteria, assassinatos de crianças nem qualquer outra coisa que possa se assemelhar ao que vemos todos os dias em programas sensacionalistas da televisão brasileira. Mesmo já tendo escrito sobre violência anteriormente (http://wp.me/pZO5v-x). Só que nesse caso não é sobre a violência que irei comentar, mas sim sobre a atitude contraditória das pessoas, principalmente dos brasileiros, quanto a cenários de violência. Sobretudo aos cenários das grandes cidades urbanas. Para esse “desabafo” usarei o caso ocorrido semana passada no Rio de Janeiro. Continuar lendo

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Refém da Sociedade

Talvez fosse mais fácil eu escrever para alguém que eu ainda não tenha conhecido, ou que eu nunca venha a conhecer, mas creio que seja interessante escrever para a pessoa que eu melhor conheço: Eu. A ideia se iniciou quando eu ouvia Paulão foi pro bar, das Velhas Virgens (confira aqui), e acabei caindo em meio a um dos meus rotineiros estados letárgicos – ou semi letárgicos. A música, por coincidência, tem muito a ver comigo, meu modo de viver e de pensar (inclusive o nome do personagem é o mesmo que o meu). Mas, apesar do nome da música, a história não tem a ver com boemia ou algo semelhante, pelo contrário, é a revolta do personagem para com o mundo a seu redor, que encontra no bar uma forma de fugir de toda essa barbárie. Continuar lendo

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Padrões da sociedade 2

Você abre os olhos de manhã e enxerga o quê ? O teto ? A parede ? A porta de seu quarto ? Uma pessoa ao seu lado ? Não importa… o tema é outro, você enxerga cores, já imaginou se sua vida fosse formada por cores neutras ou se você enxergasse cores diferentes do resto da população ? Pouca gente pensa em mundo sem cores, mas certamente uma vez na vida você já pensou em como seria um mundo preto e branco.

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